Como deduzir algumas características morfológicas, como o tamanho do Allosaurus fragilis, recorrendo à análise da sua pegada…?
Na passada quarta-feira, dia 28 de Janeiro, os alunos do 4.º B, do Centro Escolar n.º 2, transformaram-se em paleontólogos por um dia, ao participarem numa atividade prática, no âmbito do Clube Ciência Viva, do Agrupamento de Escolas de Castro Verde, sobre pegadas de dinossauros.
Num espaço do pátio, contíguo à sala de aula, a turma deparou-se com pegadas “deixadas” por um gigante, semelhante aos que existiram na região de Andrés, Conselho de Pombal, Distrito de Leiria, no Jurássico Superior, há cerca de 145-148 milhões de anos.
Uma análise cuidadosa, com medição de pistas fósseis, constitui o potencial de revelar vários aspetos do comportamento do organismo gerador das marcas, incluindo postura, comportamento de grupo e velocidade de caminhada ou corrida.
A atividade, sustentada por uma apresentação e ficha formativa, permitiu uma articulação entre conceitos de geologia e paleontologia, matemática e português, com a interpretação de alguns dados e observações, redação de textos sobre conceitos e realização de exercícios simples, de determinação de tamanhos.
O envolvimento dos alunos foi excecional, com muita curiosidade e participação e, tendo em conta o seu interesse, uma nova atividade já está a ser agendada.
Resta agradecer aos alunos e professora Carolina.
Até breve!!
